segunda-feira, 10 de agosto de 2009
GENESSE
Já fazia mesmo muito tempo, que não ia dar uma volta de BTT, com os meus amigos (de infância, juventude e idade adulta).
Afinal foi com eles que comecei a praticar desporto e foi com eles nas voltinhas de BTT ao Domingo de manhã que voltei a praticar desporto.
Apesar de agumas baixas de vulto lá conseguimos ter um grupo composto para a voltinha de Domingo, e como não poderia deixar de ser fomos até à Serra aqui ao lado.
O PNSAC é provavelmente um dos melhores locais do País para a prática da modalidade, vejam as fotos e comentem.
Uma volta com o espirito da GENESSE, desporto, lazer, companheirismo e boa disposição.
Já no regresso ficou registado um momento alto da volta, quando parámos numa tasca e o Ciri dançou um Funáná ao ritmo do HÁ VOLTA, que passava na TV.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Eu ainda sou do tempo em que as músicas respiravam história

Com ou sem censura, certo é que certas músicas raramente passam na rádio, talvez por isso, dei por mim a estacionar, e a ficar dentro do carro enquanto ouvia uma música que já não ouvia faz muito tempo.
Eu vim de longe eu vou para longe
Quando o avião aqui chegou
Quando o mês de maio começou
Eu olhei para ti
Então entendi
Foi um sonho mau que já passou
Foi um mau bocado que acabou
Tinha esta viola numa mão
Uma flor vermelha na outra mão
Tinha um grande amor
Marcado pela dor
E quando a fronteira me abraçou
Foi esta bagagem que encontrou
Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei pra aqui chegar
Eu vou pra longe
Pra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos pra nos dar
E então olhei à minha volta
Vi tanta esperança andar à solta
Que não hesitei
E os hinos cantei
Foram feitos do meu coração
Feitos de alegria e de paixão
Quando a nossa festa se estragou
E o mês de Novembro se vingou
Eu olhei pra ti
E então entendi
Foi um sonho lindo que acabou
Houve aqui alguém que se enganou
Tinha esta viola numa mão
Coisas começadas noutra mão
Tinha um grande amor
Marcado pela dor
E quando a espingarda se virou
Foi pra esta força que apontou
E então olhei à minha volta
Vi tanta mentira andar à solta
Que me perguntei
Se os hinos que cantei
Eram só promessas e ilusões
Que nunca passaram de canções
Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei pra aqui chegar
Eu vou pra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos pra nos dar
Quando eu finalmente eu quis saber
Se ainda vale a pena tanto crer
Eu olhei para ti
Então eu entendi
É um lindo sonho para viver
Quando toda a gente assim quiser
Tenho esta viola numa mão
Tenho a minha vida noutra mão
Tenho um grande amor
Marcado pela dor
E sempre que Abril aqui passar
Dou-lhe este farnel para o ajudar
Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei pra aqui chegar
Eu vou p´ra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos pra nos dar
E agora eu olho à minha volta
Vejo tanta raiva andar a solta
Que já não hesito
Os hinos que repito
São a parte que eu posso prever
Do que a minha gente vai fazer
Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei prá aqui chegar
Eu vou pra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos pra nos dar
Para quem quiser ouvir a música basta clicar no titulo da mensagem.
sábado, 1 de agosto de 2009
Triatlo do Fundão

Estou feliz
Consegui fazer uma prova muito boa, apesar do 54º lugar não ser a melhor classificação absoluta da época, sem dúvida que foi a que me deu mais gozo.
Numa prova em que estavam presentes todos os craques em que praticamente os primeiros 20 classificados representam normalmente a Selecção Nacional nos vários escalões, o lugar alcançado teve realmente um sabor muito especial.
Mas de facto nem tudo correu de acordo com o planeado,aliás a deslocação para a Barragem da Capinha foi alvo de muitas peripécias e cheguei a pensar que não chegávamos a tempo para a prova.
A viagem para o Fundão decorreu sem surpresas com a equipa, deixámos as sapatilhas e decidimos ir de bike para a Barragem, apesar de serem quase 15 horas e o inicio da prova estar marcado para as 16 h, o problema é que nos perdemos, fomos ter a uma zona Industrial e o aquecimento transformou-se quase num contra-relógio, felizmente chegámos ainda antes do Parque de Transição encerrar.
Quando chegámos percebo que vamos nadar sem fato,o que para quem não tem escamas e guelras é sempre um contra ainda por cima esta semana não nadei pois a Piscina da Batalha já esteve encerrada. Ao entrar na água senti-me bem e posicionei-me de forma a fugir um pouco à confusão e de facto só nas boias é que houve alguma pancada.
Sai da água com 14 min (perco sempre os 2 min. da praxe sem fato), mas com excelentes ciclistas no horizonte o Delio do Tri-Oeste, que não consegui seguir, mas pouco depois apareceu o Rafael Gomes da Amiciclo, aquela era a minha roda e tinha que a seguir a todo o custo, o meu muito obrigado ao Rafael, não gosto de andar na roda o tempo todo mas com um ciclista como ele aguentar-me na roda já é um feito enorme só possivel pelo vento estar praticamente sempre contra, de facto acho que fui o unico a conseguir acompanha-lo durante todo o segmento e foram muitos os atletas que fomos passando.
Saí para a corrida e consegui colocar um ritmo razoável para o meu nivel actual (tenho ainda muito a evoluir na corrida),consegui passar alguns atletas e só fui ultrapassado neste segmento por 3 grandes corredores o Emanuel o Carlos Gomes e o André Guimarães.
Cheguei ao fim com a sensação que tinha feito a melhor prova da época.
Agora vão ser quase dois meses sem provas e depois os dois Olimpicos Setúbal e a grande final no Estoril.
O meu muito obrigado, aos leitores do Blog que me vão incentivando com os seus comentários.
domingo, 26 de julho de 2009
Triatlo de Penacova
Duro, duro, duro.
Esta prova foi de facto a mais dura que disputei até hoje, mas consegui ultrapassar sempre com boas sensações.
O segmento de natação foi feito dentro do minuto 12 sem nunca forçar muito, pois sabia que o ciclismo era de morte e a corrida não era melhor.
À saida da natação tinhamos de fazer cerca de 100 mts até ao parque de transição numa rampa com alguns 15% de inclinação.
Depois vinha a verdadeira dureza e comecei a recuperar lugares, no topo da subida mais inclinada foram muitos os que vi desmontarem, em cada volta que passava parecia que cada vez eram mais, senti-me sempre bem, com o verdadeiro carrocel e cheguei ao segmento de corrida com força suficiente para passar mais alguns atletas.
Uma vez mais, via-se que o percurso tinha feito mossa a muitos atletas, que seguiam em ritmo lento, consegui manter um ritmo constante, no final ainda tive que segurar a posição num sprint final com o Nuno Tintim do Alhandra e um outro atleta.
Terminei com 1:25:49 dentro do Top 50 no 47º lugar, o Paulo Renato e o José Peixoto fecharam a equipa conquistando o Peniche AC a 11º posição.
Para a semana temos o Triatlo do Fundão.
sábado, 25 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Um pequeno passo para o Homem, um grande salto para a humanidade

Há quarenta anos existia um sonho colectivo que movia a humanidade, em plena guerra fria os dois blocos investiam rios de dinheiro para mostrar a sua superioridade na descoberta do Universo.
Tanta coisa mudou em quarenta anos, mas o que me deixa triste é que muitas pessoas deixaram de sonhar, eu sei que existem mil razões para que isso aconteça, mas também sei que o sonho comanda as nossas vidas.
Apesar de ser uma tarefa árdua, tenho sempre presente as palavras sábias de Baden Powell, "todos nós devemos tentar deixar o Mundo um pouco melhor que quando cá chegámos" e até apontou um caminho a "boa acção diária", deixo-vos a história do Pelicano e do Colibri, para reflectirem sobre ela:
Um certo dia um pelicano, com seu grande bico, sentado num ramo de uma árvore, vê um colibri, com o seu biquinho minúsculo, muito atarefado de um lado para o outro da floresta. Aquela atitude inquietou o pelicano que interpelou o colibri e lhe perguntou:
- oh colibri, espera lá, que estás tu a fazer?
o colibri apressadamente respondeu:
- oh pelicano, não vez que um fogo deflagrou na floresta?
e o pelicano retorquiu:
- sim, mas e o que tu tens que ver com isso?
o colibri sempre batendo as asinhas respondeu:
- eu vou buscar água com o meu biquinho àquela ribeira e depois despejo-a em cima do fogo da floresta.
o pelicano soltou uma grande gargalhada de troça e acrescentou:
- olha lá tu achas que vais conseguir apagar o fogo? achas mesmo?
o colibri terminou a conversa, pois tinha um fogo para apagar, dizendo:
- não sei, mas ao menos faço a minha parte!
domingo, 19 de julho de 2009
Triatlo de Aveiro - 2ª Etapa do Campeonato Nacional de Triatlo
Aveiro foi o palco da segunda etapa do Campeonato Nacional de Triatlo, para mim foi voltar a uma Cidade que conheci bem hà muitos anos atrás e foi com alguma emoção que recordei alguns dos sitios de onde guardo boas recordações o Campus Universitário que na altura tinha somente os Galinheiros o Edificio da Reitoria e pouco mais,o Mercado do Peixe, o Restaurante Telheiro os crepes magnificos da Pizzarte, as moelas do Neptuno o Café Convivio e alguns espaços que entretanto desapareceram como o Bingo e o Café Trianon.
Sem dúvida que Aveiro é uma cidade única no panorama nacional e que apetece sempre lá voltar.
Relativamente à prova notava-se no ar um ambiente especial, para muitos era o primeiro Olimpico da época e a grande maioria queria garantir uma posição que os coloca-se com um pé na finalissima que se realiza em Outubro no Estoril.
Foram quase 200 atletas a participar na prova e parecia que ninguém tinha vontade de entrar na água,ainda antes do tiro de partida com o agitar do fundo a água começou com um intenso cheiro a vaza que nos acompanhou ao longo de todo o canal, pela primeira vez tive a sensação de estar dentro de uma máquina de lavar, logo que o canal estreitava parecia um cardume a tentar escapar de um predador, durante alguns metros a progressão foi por cima uns dos outros, com muita pancada à mistura consegui sair da água a tempo de apanhar um bom grupo.
Numa primeira fase vários atletas da Associção Académica de São Mamede,o José Ferreira do Trioeste,o Ricardo do Clube de Natação Vasco da Gama e o Magalhães do Painho, mais tarde o Carlos Gomes do Oeiras e na última volta o André Guimarães do Maia, que puxou uma volta sozinho partindo todo o grupo. Consegui aguentar-me fazendo o segmento com um parcial de 1:04:50, uma média superior a 38 kms/h , entrei na corrida e consegui manter um ritmo um pouco acima dos 4'/km, na última volta ainda tentei acelerar um pouco mais e terminei o segmento com 42:25:00.
Objectivo cumprido um tempo final para o qual tinha apontado 2:15:48 no 54º lugar , o apuramento para a finalíssima ficou garantido.
O dia de Domingo foi para fotografar os atletas que competiam por clubes os meus Parabéns a todos os que participaram nesta magnifica jornada.
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