A segunda etapa do Campeonato Nacional de Triatlo que decorreu na magnifica cidade de Aveiro, para mim foi mais um aquatlo, nadei, corri e chega.
Passo a explicar o sucedido depois da partida sui generis no meio do limo e de outros 200 anfibios, muita pancadaria nos primeiros metros para manter a posição, nadar no canal não obriga a que se faça navegação e até correu bem, uma saída de água também ela atipica que provocou escoriações em alguns atletas e vamos lá começar a andar de bicicleta.
A saida da transição começou logo mal, com uma sapatilha a sair disparada e eu a ser obrigado a sair da bicicleta para a calçar, era o primeiro sinal para o pior segmento de ciclismo que tive desde que cheguei à modalidade, a ideia era simples formar um grupo e seguir o mais descansado possível até à corrida os treinos têm sido duros e as pernas estavam cansadas. Depois aconteceu algo que não conseguia perceber, forma-se o primeiro grupo, ainda tento ajudar mas sinto que estou sem força para aquele andamento, vem um segundo grupo e quase passa directo, veio o terceiro e o quarto com os meus colegas de equipa e nada, eu só pensava o que é que ando para aqui a fazer, mais vale ir fazer cicloturismo, segui no meu calvário até que na entrada para a penúltima volta na subida a seguir à transição a roda de trás fica completamente presa, quando saio da bicicleta vejo a roda fora da forqueta tinha andado 30 kms com a roda a travar , o estrago já estava feito restava acabar o segmento e correr o que conseguisse.
A corrida até nem foi má, mas fiquei chateado comigo mesmo e com o erro infantil que cometi ao apertar mal a roda, mas valeu pelo convivio e oxalá seja como diz o David, uma prova má outra boa é que a próxima é o meu primeiro IronMan e quero no final ter um grande sorriso nos lábios.
Quero agradecer a todos os que me foram dando uma palavra de incentivo ao longo do percurso os " FORÇA SICA" e " FORÇA PENICHE", sabem bem ouvir, principalmente nestes dias em que as coisas correm menos bem.
Agora amigos, cabeça levantada enterrados os mortos, temos que tratar dos feridos e sabem o que isso quer dizer "CARGA", para chegar a Copenhaga como a formiga e não como a cigarra.
domingo, 18 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
QUALIDADE DA ÁGUA
Eu até nem sou muito de me queixar e normalmente nem me importo de nadar em água pouco recomendável para a prática balnear, mas no caso do canal central da Ria de Aveiro, penso que se trata de um caso de saúde pública.
Todos nós corremos um risco significativo ao nadarmos ali.
Desafio a fazerem uma recolha de água no fim dos atletas entrarem na ria e começarem a fazer o aquecimento ao fim de 5 minutos o fundo onde estão acumulados sedimentos de dezenas de anos de descargas, começam a "levedar" e a ficar em suspensão é um "pivo" que não se pode, o envolvimento do percurso não podia ser melhor, sendo um excelente espectáculo para quem assiste mas acho que ninguém tem prazer em nadar naquele local.
Todos nós corremos um risco significativo ao nadarmos ali.
Desafio a fazerem uma recolha de água no fim dos atletas entrarem na ria e começarem a fazer o aquecimento ao fim de 5 minutos o fundo onde estão acumulados sedimentos de dezenas de anos de descargas, começam a "levedar" e a ficar em suspensão é um "pivo" que não se pode, o envolvimento do percurso não podia ser melhor, sendo um excelente espectáculo para quem assiste mas acho que ninguém tem prazer em nadar naquele local.
domingo, 11 de julho de 2010
PARA COPENHAGA EM FORÇA
O Treino para Copenhaga, continua em força, este fim de semana foram muitas horas em cima da bike as coisas correram bem, apesar de não estar com explosão a resistência está lá e espero que se mantenha.
No próximo fim de semana vou a Aveiro disputar a segunda etapa do Campeonato Nacional, vou chegar cansado mas motivado em arranjar uma boa roda que me reboque até ao segmento final.
Este foi outro fim de semana em grande para os nossos elites, com o João Pereira a fazer um terceiro lugar na Taça do Mundo em Holten e mais uns pontos amealhados para termos uma excelente armada a disputar os Jogos Olimpicos em 2012.
Uma última palavra para todos os que no próximo fim de semana vão a Roth, uma boa prova.
No próximo fim de semana vou a Aveiro disputar a segunda etapa do Campeonato Nacional, vou chegar cansado mas motivado em arranjar uma boa roda que me reboque até ao segmento final.
Este foi outro fim de semana em grande para os nossos elites, com o João Pereira a fazer um terceiro lugar na Taça do Mundo em Holten e mais uns pontos amealhados para termos uma excelente armada a disputar os Jogos Olimpicos em 2012.
Uma última palavra para todos os que no próximo fim de semana vão a Roth, uma boa prova.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Não é fácil
Com o calor a apertar, nem sempre é fácil, mas quem corre por gosto não cansa.
Dá-lhe, dá-lhe, que só faltam umas horinhas ...
Dá-lhe, dá-lhe, que só faltam umas horinhas ...
domingo, 4 de julho de 2010
MAIS UMA CORRIDA, MAIS UMA VIAGEM
Desta vez foi até ao Pedrogão, para defender as cores do Peniche AC, num fim de semana com jornada dupla, Sábado etapa da Taça e Domingo etapa da Porterra, a equipa dividiu-se e alcançou excelentes resultados nas duas provas dando um passo de gigante para uma classificação de destaque em ambas as competições.
Uma vez mais nadou-se sem fato e debaixo de um sol de rachar, o percurso de ciclismo era bastante exigente e acabei por perder algumas boas rodas mas as pernas ainda estavam cansadas de Vitória, a corrida até nem foi má, acabando por ter uma boa prestação, fiquei ainda mais satisfeito com a certeza que tinha recuperado bem do fim de semana anterior e a excelente prestação de toda a equipa.
Hoje foi dia da Taça Porterra em Aviz e o Peniche AC alcançou um notável 8º lugar por equipas mantendo a equipa na 6ª posição da geral, agora que estamos a 3 provas do final.
Por último uma palavra para as grandes prestações dos nossos elites no Campeonato da Europa de Triatlo
João Silva 4º lugar a 2 seg. da medalha de bronze, Bruno Pais 6º lugar, João Pereira 16º lugar, Miguel Arraiolos 30º lugar e Duarte Marques 47º lugar.
Uma vez mais uma resposta com trabalho e resultados para quem critica a forma como é gerida a alta competição no Triatlo em Portugal.
Parabéns a todos pela forma brilhante como representaram as cores nacionais.
Uma vez mais nadou-se sem fato e debaixo de um sol de rachar, o percurso de ciclismo era bastante exigente e acabei por perder algumas boas rodas mas as pernas ainda estavam cansadas de Vitória, a corrida até nem foi má, acabando por ter uma boa prestação, fiquei ainda mais satisfeito com a certeza que tinha recuperado bem do fim de semana anterior e a excelente prestação de toda a equipa.
Hoje foi dia da Taça Porterra em Aviz e o Peniche AC alcançou um notável 8º lugar por equipas mantendo a equipa na 6ª posição da geral, agora que estamos a 3 provas do final.
Por último uma palavra para as grandes prestações dos nossos elites no Campeonato da Europa de Triatlo
João Silva 4º lugar a 2 seg. da medalha de bronze, Bruno Pais 6º lugar, João Pereira 16º lugar, Miguel Arraiolos 30º lugar e Duarte Marques 47º lugar.
Uma vez mais uma resposta com trabalho e resultados para quem critica a forma como é gerida a alta competição no Triatlo em Portugal.
Parabéns a todos pela forma brilhante como representaram as cores nacionais.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
TRIATLO DE GASTEIZ
Magnificos e sublimes, são as palavras que tenho para definir os últimos dias.
Há uns meses atrás achei que seria uma boa ideia treinar para desafiar os meus limites, no final de fazermos Triatlos na distância Sprint, Olimpica, Dupla Olimpica ou Half Iron Man, começamos a pensar que o verdadeiro desafio está em fazer a Distância mitica do Iron Man, mas faltava-me ainda uma última etapa o Triplo Olimpico, e o Campeonato da Europa de AgeGroups que se realizou no País Basco oferecia-me essa oportunidade.
O País Basco é fantástico as suas gentes e cultura fazem-nos sentir em casa e enchem-nos os olhos com uma paisagem magnifica de cortar a respiração.
A aventura começou ainda no final de tarde de quinta-feira com a Cerimónia de abertura e as boas vindas a atletas e familiares, na sexta de manhã um treino matinal com um cross ligeiro na bruma da manhã seguido de umas braçadas na grande Albufeira onde se iria realizar o segmento de natação.
Há uns meses atrás achei que seria uma boa ideia treinar para desafiar os meus limites, no final de fazermos Triatlos na distância Sprint, Olimpica, Dupla Olimpica ou Half Iron Man, começamos a pensar que o verdadeiro desafio está em fazer a Distância mitica do Iron Man, mas faltava-me ainda uma última etapa o Triplo Olimpico, e o Campeonato da Europa de AgeGroups que se realizou no País Basco oferecia-me essa oportunidade.
O País Basco é fantástico as suas gentes e cultura fazem-nos sentir em casa e enchem-nos os olhos com uma paisagem magnifica de cortar a respiração.
A aventura começou ainda no final de tarde de quinta-feira com a Cerimónia de abertura e as boas vindas a atletas e familiares, na sexta de manhã um treino matinal com um cross ligeiro na bruma da manhã seguido de umas braçadas na grande Albufeira onde se iria realizar o segmento de natação.
Últimos preparativos e tudo pronto para a prova, quando chegámos a Landa a agitação já era grande, colocar todo o material no Parque de transição, assistir à largada dos elites e 25 minutos depois lá fomos nós em direcção a uma boia que se perdia no horizonte, a navegação era fundamental para fazer um bom segmento e as coisas correram de acordo com o previsto 1 h 13 m, nos 4 kms de natação e com o aquecimento feito para o resto da prova. O segmento de ciclismo apesar dos desniveis constantes dava para rolar a bom ritmo e era com facilidade que nos sentiamos entusiasmados a rolar cada vez mais forte, por muito avisado que estivesse, a pedalada saía fácil e o passar por outros atletas era um incentivo para forçar ainda um pouco mais, por volta do km 90, comecei a notar algum cansaço e a média começou a descer, pensei que me estava a alimentar e hidratar bem e devia gerir até ao final do segmento, depois logo se via como me iria sentir. Fiz a transição nas calmas, mas é verdade que me sentia cansado e ainda tinha 30 kms de corrida pela frente, tentei colocar um ritmo constante, mas o cansaço estava lá sentia que ia num trote ligeiro mas não dava mais, parecia que não conseguia meter outra mudança, a partir do segundo abastecimento optei por parar nos abastecimento e voltar a arrancar, vejo passar um gajo a correr com uma bomba às costas e pensei " será que este está à espera de dar ar às pernas quando rebentarem, é que se funcionar peço já a bomba emprestada", lá sigo devagar e passo certo e está feita a primeira volta, o passar pelo Pavilhão com o apoio da familia e dos muitos Portugueses deram uma força adicional, troquei algumas palavras com o Alexandre, lembro-me de sentir mais forças , mas o ritmo pouco aumentou, "vi uma águia lá no alto e pensei não me digas que é um abutre que já está à espera dos meus restos", mais uma volta e só faltavam 10 kms, mas as forças agora ainda eram menos, lá fui seguindo pé ante pé até ao km final, entrar no pavilhão vêr a meta e um sentimento de satisfação tomou conta de mim.
Tinham-me avisado que seria até ao osso mas à coisas que só percebemos quando passamos por elas por muito que nos avisem.
Recuperei bem e retirei uma grande aprendizagem para terminar o meu primeiro Iron Man a 15 de Agosto em Copenhaga.
Os últimos dias foram junto da família a disfrutar as magnificas praias Cantábricas, cada vez gosto mais do espirito do Triatlo e da sua Tribo.
Um muito obrigado a todos os que me têm acompanhado e incentivado nesta aventura que é o Triatlo.
Aqui fica o link para os tempos de prova http://www.championchip.hu/eredmenyek/chipes_idomeres.php?lang=en&vid=82461&eventid=Vitoria10DAd&css=&iframe=
segunda-feira, 21 de junho de 2010
CONTA-ME COMO FOI
Este fim de semana rumei ao Alentejo, "Além Tejo da minha alma, tão longe me vais ficando", uma prova "mitica" para os Dinossauros da modalidade que a vêem com saudade e nostalgia, eu fui um observador atento e fiquei "saciado" com a experiência, parece que tudo começou há muitos anos atrás quando ainda se corria com top e slip gitanes, na altura em que eu estava ali ao lado em Évora a praticar um "desporto" mais condimentado à base de petiscos, tintol e guitarradas que me levou quase aos 3 digitos de peso, de facto justifica-se, que quem me conheceu na altura me diga agora, que pareço uma "bailarina anoréxica".
Vamos a factos, no próximo fim de semana vou ter um grande desafio o Campeonato da Europa de Longa distância de age-groups, esperam-me 4 kms de natação, 120 kms de ciclismo e 30 kms de corrida, serão seguramente mais de 7 horas a competir e espero no final ter o gosto de dizer " está feito". Este triatlo de Vila Viçosa servia para testar sensações e participar numa festa, que começou logo no Sábado com o Campeonato Nacional de Duatlo uma estafeta por equipas onde testávamos os limites do batimento cardíaco durante vinte e muitos minutos, foi de tal forma que o borrego que comi ao almoço começou aos pulos e só não saltou "cá pra fora" por milagre.
Aproveito para avisar todos os triatletas que a entrada no parque de transição obedece actualmente a um "dress code", sendo que os "porteiros" estão mais rigorosos que as porteiras do Frágil, portanto no caso de não serem "figuras públicas", poderão ver vedado o acesso ao parque de transição caso não levem a vossa "licra" vestida, acho absurdo este comportamento. Não se justifica que numa prova onde temos de dar entrada no parque de transição 3 horas antes do inicio, não baste levar dorsal, capacete, bicicleta e chip, por acaso até levava fato de treino, t-shirt e sapatilhas, mas os "porteiros" foram perentórios sem "licra" fica à porta, se faz favor expliquem a estes Srs. que existe uma coisa que se chama bom senso e já agora expliquem também que disciplina é diferente de autoritarismo.
Entretanto ainda tivemos direito a uns merengues e semba no cine teatro para adormecer a criançada. Domingo soou cedo o despertar, preparar as coisas e rumar de autocarro para a Barragem de Luceficit onde estava montado um arraial popular com luzes, decoração à maneira e um porco a assar no espeto, ainda pensei em ficar por ali a ajudar os assadores a beber umas minis, mas acabei por ser o primeiro a ir provar a água, como a temperatura até estava agradável, achei que a decisão mais sensata era mesmo andar a puxar durante duas horas e tal pelo corpinho.
Com a pontualidade já habitual, às 10.00 soa a buzina e aí vão cento e tal mamiferos direitos a uma boia amarela lá loooooonge, o segmento foi feito sem fato e fui na companhia de alguns ilustres especimes do Jurásico superior, sai da água na azáfama habitual, pelo canto do olho vislumbro os "assadores" do porco, um último pensamento, fico, não fico, lá segui rumo a Vila Viçosa, depois da má disposição com o Borrego do dia anterior, desta vez ia enjoando com tanto sobe e desce, quem disse que o Alentejo é plano, no final do segmento um troço do "Paris- Roubaix", na passagem por Bencatel, com o povo na rua a aplaudir os atletas, é bonito e sabe bem para quem vai ali a dar ao pedal.
Chegada a Vila Viçosa e estava na hora do peddy- paper, com passagem obrigatória quatro vezes pelo Castelo e todas as ruelas da Vila para se ficar a saber o nome das mesmas e garantirmos que nos ficavam na memória até ao próximo ano, no final a meta e um almoço convivio, com todos já instalados numa bela sombra, que os termómetros já passavam dos 30º.
Conclusão, isto é um Triatlo, meus amigos, e para quem gosta é do melhor para manter a boa disposição.
No próximo Sábado há mais, em doses cavalares e com sotaque Espanhol, depois conto como foi...
Vamos a factos, no próximo fim de semana vou ter um grande desafio o Campeonato da Europa de Longa distância de age-groups, esperam-me 4 kms de natação, 120 kms de ciclismo e 30 kms de corrida, serão seguramente mais de 7 horas a competir e espero no final ter o gosto de dizer " está feito". Este triatlo de Vila Viçosa servia para testar sensações e participar numa festa, que começou logo no Sábado com o Campeonato Nacional de Duatlo uma estafeta por equipas onde testávamos os limites do batimento cardíaco durante vinte e muitos minutos, foi de tal forma que o borrego que comi ao almoço começou aos pulos e só não saltou "cá pra fora" por milagre.
Aproveito para avisar todos os triatletas que a entrada no parque de transição obedece actualmente a um "dress code", sendo que os "porteiros" estão mais rigorosos que as porteiras do Frágil, portanto no caso de não serem "figuras públicas", poderão ver vedado o acesso ao parque de transição caso não levem a vossa "licra" vestida, acho absurdo este comportamento. Não se justifica que numa prova onde temos de dar entrada no parque de transição 3 horas antes do inicio, não baste levar dorsal, capacete, bicicleta e chip, por acaso até levava fato de treino, t-shirt e sapatilhas, mas os "porteiros" foram perentórios sem "licra" fica à porta, se faz favor expliquem a estes Srs. que existe uma coisa que se chama bom senso e já agora expliquem também que disciplina é diferente de autoritarismo.
Entretanto ainda tivemos direito a uns merengues e semba no cine teatro para adormecer a criançada. Domingo soou cedo o despertar, preparar as coisas e rumar de autocarro para a Barragem de Luceficit onde estava montado um arraial popular com luzes, decoração à maneira e um porco a assar no espeto, ainda pensei em ficar por ali a ajudar os assadores a beber umas minis, mas acabei por ser o primeiro a ir provar a água, como a temperatura até estava agradável, achei que a decisão mais sensata era mesmo andar a puxar durante duas horas e tal pelo corpinho.
Com a pontualidade já habitual, às 10.00 soa a buzina e aí vão cento e tal mamiferos direitos a uma boia amarela lá loooooonge, o segmento foi feito sem fato e fui na companhia de alguns ilustres especimes do Jurásico superior, sai da água na azáfama habitual, pelo canto do olho vislumbro os "assadores" do porco, um último pensamento, fico, não fico, lá segui rumo a Vila Viçosa, depois da má disposição com o Borrego do dia anterior, desta vez ia enjoando com tanto sobe e desce, quem disse que o Alentejo é plano, no final do segmento um troço do "Paris- Roubaix", na passagem por Bencatel, com o povo na rua a aplaudir os atletas, é bonito e sabe bem para quem vai ali a dar ao pedal.
Chegada a Vila Viçosa e estava na hora do peddy- paper, com passagem obrigatória quatro vezes pelo Castelo e todas as ruelas da Vila para se ficar a saber o nome das mesmas e garantirmos que nos ficavam na memória até ao próximo ano, no final a meta e um almoço convivio, com todos já instalados numa bela sombra, que os termómetros já passavam dos 30º.
Conclusão, isto é um Triatlo, meus amigos, e para quem gosta é do melhor para manter a boa disposição.
No próximo Sábado há mais, em doses cavalares e com sotaque Espanhol, depois conto como foi...
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